Close
Caso de Sucesso | Ultra Distribuidora

Antes de crescer mais, a Ultra precisava enxergar melhor

CLIENTE Ultra Distribuidora
SERVIÇO Consultoria de Gestão e Marketing
ESCOPO Estratégia Comercial | Processos | Dados

A Ultra Distribuidora chegou à Mentora de Marketing com um objetivo claro: crescer.

A empresa já tinha uma operação comercial funcionando. Havia equipe de vendas, carteira de clientes, metas, prospecção, bonificação, reuniões comerciais e diferentes iniciativas em andamento.

Portanto, o problema não era falta de ação.

O desafio era descobrir quais ações realmente produziam resultado, onde estavam os gargalos e o que precisava ser priorizado para transformar esforço comercial em crescimento mais previsível.

“A maior evolução no último mês e meio foi o aumento do nível de consciência.”

— Bruno Pereira, Ultra Distribuidora

O objetivo era aumentar as vendas. Mas por onde começar?

Quando uma empresa quer crescer, algumas respostas parecem óbvias.

Investir mais em marketing.
Gerar mais leads.
Cobrar mais da equipe comercial.
Aumentar a prospecção.
Contratar uma ferramenta.
Fazer mais campanhas.

Mas existe uma pergunta anterior a todas essas:

Onde, exatamente, o crescimento está travando?

Foi essa pergunta que passou a orientar o trabalho da Mentora com a Ultra.

A consultoria aprofundou a análise da operação comercial, entrevistou gestores, investigou processos, ferramentas, prospecção, carteira, indicadores e dados de vendas.

O objetivo não era chegar com uma solução pronta. Era entender o sistema antes de decidir onde interferir.

De “quanto vendemos?” para “o que faz a venda acontecer?”

Um dos principais pontos identificados foi a necessidade de mudar a forma de olhar para os resultados.

A gestão ainda estava fortemente concentrada no indicador final: quanto foi vendido.

Mas faturamento é consequência. Para tornar o crescimento mais previsível, seria necessário entender também o caminho que produz esse faturamento:

Lead
→
Contato
→
Oportunidade
→
Cotação
→
Venda
→
Ticket
→
Margem
→
Recorrência

Essa mudança de raciocínio já começava a aparecer na própria percepção da liderança. Em uma das entrevistas realizadas durante o projeto, Bruno descreveu a evolução:

“Antes a gente tava meio que preocupado só com o resultado.”

E completou:

“A gente entendeu que isso não só não vai ser suficiente. Tem que ser quantitativo.”

Em outro momento, ele traduziu essa necessidade de maneira ainda mais simples:

“Tem que ser matemático: eu falo com 20 pessoas. De 20 pessoas, eu tiro duas cotações. Das duas cotações, eu venço uma.”

É exatamente aí que uma operação comercial começa a deixar de depender apenas de percepção e experiência e passa a construir dados para tomar decisões.

370 propostas revelaram onde poderia estar o verdadeiro gargalo

Durante o diagnóstico, analisamos os dados de propostas comerciais de agosto.

370 propostas comerciais registradas
240 propostas efetivadas
~65% conversão de proposta em venda

O número trouxe uma descoberta importante. Preliminarmente, a Ultra apresentava uma boa capacidade de fechamento quando conseguia chegar à etapa de cotação.

Isso mudou a pergunta. Em vez de simplesmente:

“Como fazer os vendedores fecharem mais?”
↓ passou-se a investigar: ↓
“Como gerar oportunidades suficientes para que mais propostas aconteçam?”

O foco se deslocou para as etapas anteriores do funil — especialmente a relação entre lead, contato, oportunidade e cotação.

Esse é um dos papéis mais importantes de uma consultoria estratégica: evitar que a empresa invista energia e dinheiro tentando resolver o problema errado.

Mais vendas nem sempre significam melhores vendas

Outro ponto importante surgiu quando começamos a analisar as diferenças de desempenho da equipe.

Olhar apenas para faturamento poderia produzir conclusões incompletas.

Um vendedor pode ter excelente conversão, mas poucas oportunidades. Outro pode gerar grande volume de propostas. Outro pode vender bastante, mas trabalhar uma carteira com ticket menor.

E existe ainda uma variável decisiva: margem.

A análise comercial passou a considerar uma combinação mais ampla:

atividade + propostas + conversão + ticket médio + faturamento + margem

O mesmo raciocínio passou a valer para os clientes.

Uma grande conta nem sempre é a melhor conta.

Clientes maiores podem gerar faturamento elevado, mas também pressionar preços, exigir descontos e consumir mais esforço comercial. Em determinadas situações, clientes de porte intermediário podem apresentar melhor equilíbrio entre faturamento, margem, recorrência, fidelização e esforço operacional.

A discussão deixou de ser apenas: “Como vender mais?”
E passou também a incluir: “Para quem vale mais a pena vender?”

Um ativo de milhares de contatos estava dentro da própria empresa

Durante as conversas, outra oportunidade chamou atenção: a base histórica de clientes e contatos da Ultra.

Bruno resumiu a percepção em uma frase:

“A gente tem um ouro na mão que nós não usamos.”

Em vez de pensar crescimento exclusivamente como aquisição de novos leads, a consultoria passou a considerar essa base como um projeto comercial próprio.

A lógica proposta envolve higienizar, segmentar, distribuir, prospectar, medir conversão e aprender com os resultados.

Porque crescimento não precisa vir apenas de encontrar pessoas novas. Às vezes, existem oportunidades relevantes dentro dos ativos que a empresa já construiu — mas ainda não aprendeu a explorar de forma sistemática.

Tecnologia não resolve processo desorganizado

A gestão dos leads da Ultra ainda dependia fortemente de planilhas e controles manuais.

CRM, automação e integração entre marketing e vendas naturalmente entraram na discussão.

Mas com uma premissa importante: ferramenta não substitui processo.

Antes de simplesmente transferir uma planilha para um CRM, seria necessário definir aquilo que o sistema deveria permitir enxergar:

• Quem é o lead?

• De onde veio?

• Quem está atendendo?

• Em que etapa está?

• Qual é o próximo contato?

• Houve cotação?

• Houve venda?

• Se não houve, por quê?

Sem critérios e disciplina operacional, uma nova tecnologia poderia apenas digitalizar os mesmos problemas.

Por isso, a recomendação não foi simplesmente “contratar um CRM”. Foi primeiro estruturar a lógica comercial que o CRM precisaria sustentar.

Do diagnóstico para a decisão

Um diagnóstico só tem valor quando ajuda a empresa a agir.

Depois da apresentação dos achados, realizamos uma dinâmica com os dois sócios da Ultra e a liderança comercial.

A pergunta que orientou o encontro foi:

“O que precisa acontecer primeiro para a Ultra crescer com mais previsibilidade?”

As diferentes oportunidades identificadas foram discutidas e transformadas em prioridades para 3 meses, 6 meses e 1 ano.

Entre as frentes trabalhadas estão:

estruturação do funil comercial
mensuração de contatos e conversões
implantação de CRM
padronização de follow-up
painel comercial
tratamento da base histórica
governança
análise econômica do perfil ideal de cliente
pós-venda
recorrência
integração entre marketing e comercial

O objetivo não era produzir uma lista gigantesca de recomendações. Era definir sequência.

O que precisa acontecer agora? O que depende dessas primeiras mudanças? O que deve ser construído depois?

Porque estratégia também é decidir o que não fazer ainda.

Clareza antes da velocidade

A consultoria com a Ultra ainda está em andamento.

Por isso, este não é um case em que apresentamos uma promessa de crescimento financeiro como se o trabalho já estivesse concluído.

A transformação que podemos demonstrar até aqui acontece antes disso.

É a passagem de uma empresa com muitas iniciativas comerciais para uma empresa que começa a construir um sistema para entender como essas iniciativas produzem resultado.

E novamente, é Bruno quem melhor descreve essa evolução:

“Hoje a gente consegue enxergar melhor o que tem que delegar, o que tem que corrigir e onde está o problema.”

Ele também sintetiza um aspecto importante do papel da consultoria:

“Só por ter alguém ajudando, a gente acaba dando andamento nas coisas.”

— Bruno Pereira, Ultra Distribuidora

Consultoria não é apenas entregar conhecimento. É ajudar a empresa a enxergar, decidir, priorizar e executar.

Antes de crescer mais, a Ultra precisava enxergar melhor

Talvez esse seja o principal aprendizado deste case.

Quando uma empresa não cresce na velocidade esperada, a resposta mais tentadora é fazer mais. Mais campanhas. Mais prospecção. Mais leads. Mais cobrança. Mais ferramentas.

Mas fazer mais dentro de um sistema que ainda não conseguimos compreender pode significar apenas aumentar o volume do problema.

Na Ultra, começamos pelo caminho inverso:

Investigamos → Medimos → Encontramos hipóteses → Validamos dados → Identificamos gargalos → Priorizamos → E agora avançamos para a implementação.

O objetivo continua sendo crescimento. Mas a diferença é que, cada vez mais, a Ultra poderá responder de onde esse crescimento deve vir e quais alavancas precisam ser acionadas para produzi-lo.

Gestão não é apenas acompanhar o resultado. É entender o que produz o resultado.

Na Mentora de Marketing, acreditamos que marketing, comercial e gestão não podem funcionar como ilhas.

Antes de recomendar mais investimento, precisamos entender o negócio.

Porque às vezes sua empresa não precisa começar fazendo mais marketing. Precisa descobrir por que tudo aquilo que já faz ainda não está se transformando no crescimento que poderia gerar.

É aí que começa a estratégia.

próximo passo

Sua empresa também está fazendo muito, mas ainda tem dificuldade de identificar o que realmente gera crescimento?

A Mentora de Marketing atua na interseção entre estratégia, marketing e gestão, ajudando empresas a transformar problemas difusos em prioridades, processos e decisões executáveis.

Converse com a Mentora de Marketing e descubra onde está a próxima alavanca de crescimento do seu negócio.

próximo passo

Transforme o conhecimento do seu negócio em presença digital

Converse com a Mentora de Marketing sobre uma estratégia de website, SEO e conteúdo conectada aos objetivos da sua empresa.