O Fertilitat não precisava simplesmente publicar mais nas redes sociais.
Com uma trajetória consolidada na reprodução humana, uma equipe altamente especializada e uma marca reconhecida em sua área de atuação, conhecimento nunca foi o problema.
O desafio era outro: como transformar toda essa autoridade científica em uma comunicação digital que as pessoas realmente quisessem consumir, entender e compartilhar?
Foi a partir dessa pergunta que a Mentora de Marketing passou a trabalhar a presença digital do Fertilitat.
E os resultados mostram algo que acreditamos profundamente por aqui:
“Ciência gera autoridade. Estratégia faz essa autoridade chegar às pessoas.”
O desafio: comunicar ciência sem perder a conexão humana
Reprodução humana é um tema que exige responsabilidade.
Falamos sobre fertilidade, tratamentos, diagnósticos, preservação da fertilidade, diferentes possibilidades de formação familiar e decisões que podem representar momentos extremamente importantes na vida das pessoas.
Isso significa que existe uma linha delicada entre tornar um assunto acessível e simplificá-lo demais.
Além disso, o conteúdo precisa respeitar os princípios éticos da comunicação em saúde.
Nossa estratégia precisava, portanto, resolver diferentes desafios ao mesmo tempo: traduzir assuntos complexos, preservar a autoridade médica, humanizar a comunicação e produzir conteúdos suficientemente relevantes para disputar a atenção nas redes sociais.
A estratégia: transformar conhecimento em um sistema editorial
O primeiro movimento foi deixar de pensar no Instagram simplesmente como uma grade que precisava ser preenchida.
A matéria-prima já estava dentro do Fertilitat: profissionais, conhecimento científico, experiência, histórias, pesquisas, eventos, inovação e dúvidas reais dos pacientes.
Nosso trabalho foi organizar tudo isso estrategicamente.
A estratégia editorial passou a trabalhar diferentes dimensões da marca, combinando conteúdo institucional, ciência explicada de maneira acessível, informação sobre fertilidade e histórias de vida.
A partir daí, cada planejamento passou a considerar não apenas aquilo que o Fertilitat precisava comunicar, mas também aquilo que o público tinha motivos para consumir.
E existe uma diferença enorme entre as duas coisas.